Filmar na Nigéria é uma experiência angustiante. Diante de imagens impactantes e situações que desafiam a compreensão - mesmo dos baianos surrados - nos sentíamos de mãos atadas, seja pela urgência do conflito urbano, seja pela simples imposicao das autoridades. Nossa alternativa foi registrar de dentro do veículo que nos foi disponibilizado pelo Ministerio do Turismo do estado de Lagos, ou do táxi que nos conduziu pela capital, Abuja. Nada satifsatorio - muito limitador de nossas possibilidades.
Saimos a salvo, contudo, ao contrário de uma colega alemã da agência Deutsche Welle, cuja câmera fora roubada pelo taxista contratado pela emissora na capital Abuja: para ter certeza de que não haveria resistência, o motorista fez questão de esfaqueá-la nos dois braços.
Saimos a salvo, contudo, ao contrário de uma colega alemã da agência Deutsche Welle, cuja câmera fora roubada pelo taxista contratado pela emissora na capital Abuja: para ter certeza de que não haveria resistência, o motorista fez questão de esfaqueá-la nos dois braços.
Estamos em Acra, capital de Gana. Esperamos melhor sorte.



